5 pequenas coisas que você pode fazer pela sua saúde hoje

Que tal aproveitar o dia colocar em prática 5 pequenas ações que quase não dão trabalho, mas fazem muito bem à saúde?

Muitos brasileiros estão sentindo na pele os impactos da pandemia de Covid-19. Nos últimos meses, mortes na nossa família ou nas famílias que conhecemos, desemprego, desânimo e novas preocupações passaram a fazer parte da rotina de vários de nós. Por isso, neste Dia Mundial da Saúde, queremos combinar com quem a gente ama de colocar em prática 5 pequenas ações que quase não dão trabalho, mas fazem muito bem à saúde.

O Dia Mundial da Saúde foi criado em 7 de abril de 1948 pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Todo ano, o dia 7 de abril é dedicado a incentivar as pessoas a buscarem uma vida mais saudável Assim, tanto neste dia quanto nos outros, vale lembrar que os cuidados e hábitos de rotina são a maneira mais fácil de ter qualidade de vida. 

Ao contrário do que muita gente pensa, saúde não é apenas a ausência de doenças. De acordo com a definição da OMS, saúde é um estado de completo bem-estar físico, mental e social. Portanto, estar saudável significa uma forma bem-estar conseguido não só por meio do tratamento de doenças ou de sua prevenção, mas também da qualidade de vida.

Então, vamos às  5 pequenas ações, que não dão trabalho, mas fazem muito bem à saúde. 

Para começar, boa noite!

A primeira dica para o Dia Mundial da Saúde e para todos os outros depois dele é também a mais simples: DURMA. O sono tem tudo a ver com capacidade do nosso corpo de se regenerar após danos físicos e de se recompor. Além disso, graças ao descanso, nosso humor, nossa memória e nossa capacidade de aprendizado melhoram bastante. 

Por outro lado, a falta de sono é um dos fatores de risco para desenvolver diabetes, transtornos mentais, esclerose e demência. Da mesma forma, aumento das possibilidades de infarto, AVC e desenvolvimento de aterosclerose também estão ligados ao cansaço.

Reunimos dicas para melhorar a qualidade do sono aqui. Neste outro artigo aqui mostramos quantas horas de sono cada um deve ter por noite, dependendo da idade. 

Além do período de descanso ideal, é muito importante também prestar atenção em alguns costumes que podem influenciar negativamente a qualidade do sono. Nem sempre é moleza deixá-los de lado, mas para dormir bem antes de deitar devemos evitar:

  • Celulares e aparelhos eletrônicos 
  • Comidas muito gordurosas ou muito calóricas
  • Exercícios físicos intensos 
  • Consumo de álcool, café e energéticos

Esses hábitos atrapalham seriamente a produção de melatonina, hormônio responsável pelo sono. A melatonina é produzida naturalmente pelo organismo e tem como principal função regular o nosso relógio biológico. Por causa de seu efeito antioxidante, a melatonina ajuda a fortalecer a imunidade, melhorar o funcionamento do corpo e prevenir e tratar doenças como glaucoma, enxaqueca, fibromialgia, Alzheimer e isquemia.

No dia seguinte…

Por falar em antioxidantes, nutrientes que eliminam impurezas e fazem uma verdadeira mágica no nosso organismo, outra atitude fácil de fazer, mas muito útil para o seu bem-estar é colocar frutas, legumes e verduras no cardápio.

A recomendação é comer 5 porções de legumes, verduras ou frutas por dia. Isso significa cerca de 400g distribuídos ao longo do dia, durante as refeições.

Os vegetais têm muitos benefícios e custam bem menos que a carne – que ultimamente só aumenta, já reparou? Praticamente todos eles possuem capacidade antioxidante. Alguns, no entanto, são verdadeiros reis e rainhas anti-envelhecimento: tomate, cenoura, alho, cebola, milho, pimentão, uva, alface, repolho, couve-flor e pimentas.

E os benefícios de colocar frutas, legumes e verduras não param nos antioxidantes. Uma alimentação rica em frutas, legumes e verduras melhora a circulação, previne o diabetes e combate a depressão. Da mesma forma que uma boa noite de sono, um prato rico em vegetais fortalece a imunidade e nos livra da maior parte das infecções comuns do dia a dia. 

Baixe grátis a nossa cartilha Nutrientes e veja os benefícios de cada alimento.

Entre os alimentos parceiros da imunidade estão as frutas cítricas como laranja, limão, lima, abacaxi, tangerina, morango, acerola e kiwi. Inclua no cardápio também oleaginosas como o amendoim, castanha-do-Pará, macadâmia, noz, castanha de caju e pistache; além de vegetais como tomate, cenoura, alho, cebola, milho, pimentão, uva, alface, repolho, couve-flor e pimentas. Falamos mais alimentos que ajudam na imunidade aqui

A boa alimentação tem uma melhor amiga

Se você tem dificuldades em colocar frutas, legumes e verduras no prato, lembre-se que este pequeno hábito tem um enorme benefício para a sua saúde. As doenças cardiovasculares e outras doenças não transmissíveis (DNTs) são responsáveis hoje por pelo menos 60% de todas as mortes no mundo, segundo um estudo da Organização Mundial de Saúde. Dessas doenças, 85% poderiam ser evitadas apenas com hábitos e práticas saudáveis, com destaque para alimentação e atividade física.

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Em outras palavras, alimentação e atividade física são unha e cutícula na missão de ter mais saúde no dia a dia. O exercício físico mexe nas partes do cérebro que regulam o estresse e a ansiedade, aliviando sentimentos negativos, relaxando o corpo e melhorando o humor. Igualmente, as atividades físicas têm impacto bastante positivo em problemas como:

Falamos um pouco mais sobre isso em um artigo recente aqui no Blog da Med, mas não custa repetir: até 10 mil casos de câncer podem ser prevenidos por ano no Brasil com o aumento da prática de atividade física. 

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A prática de exercícios ainda ajuda a regular a pressão arterial e os níveis de gordura no sangue. Além disso, ela aumenta a produção de endorfinas, conhecidas por produzir sentimentos positivos e reduzir a percepção da dor.

Descanso e diversão também fazem parte

Seis em cada 10 pessoas ouvidas por um estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) disseram estar mais ansiosas e nervosas desde que o novo coronavírus chegou ao Brasil. Afinal, questões como o isolamento social, a instabilidade financeira, a falta de previsões e o medo da Covid-19 rondam o nosso dia a dia, acarretando sintomas depressivos, crises de ansiedade, síndrome do pânico e dificuldades para dormir, entre outros problemas.

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Portanto, por mais corrido que seja o seu dia a dia, é vital parar um pouquinho para fazer uma atividade mais leve e que traga prazer. Valorize o seu tempo livre e passe mais tempo com as coisas e pessoas que você mais gosta. Mesmo que a distância, conforme o período da pandemia exige, fale frequentemente com aqueles que você ama. 

Hoje podemos contar com a tecnologia para nos ajudar nessa missão! Participar de videoconferências com os familiares, amigos ou colegas de trabalho, por exemplo, é um ótimo meio de se distrair e manter a proximidade social.

Não deixe a saúde para depois

Por último, uma regrinha de ouro que infelizmente muitos de nós acabamos esquecendo: não deixe a sua saúde para depois! Por mais que a vida seja corrida, que a grana esteja curta ou que o isolamento social esteja pesado, adiar o autocuidado só tende a deixar as coisas piores. 

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Google no Brasil, 47% dos brasileiros declararam que deixam para marcar uma consulta quando já estão com alguma dor ou sintoma. Quase metade dos entrevistados! Por outro lado, 14% dos entrevistados disseram que precisam marcar consultas ou exames atrasados. 

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O estudo foi feito com 2.000 brasileiros entre janeiro e fevereiro de 2021, em um dos momentos mais críticos da pandemia. Ao mesmo tempo, de todos os entrevistados, 35% afirmaram que a prioridade do ano é “cuidar da saúde”, enquanto para 26% a meta é emagrecer e fazer exercícios. Em outras palavras, 6 em cada 10 brasileiros pretendem ter mais atenção com o corpo e o bem-estar ao longo deste ano. 

Eles estão certíssimos. Existem doenças, como as de origem cardiovascular e alguns tipos de câncer, com desenvolvimento lento, gradual e silencioso e que, se identificadas no começo, têm maiores chances de cura. No entanto, muitas vezes, por causa da correria, acabamos adiando muito mais do que deveríamos a ida ao médico.

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