Jejum intermitente: qualquer um pode fazer?

O jejum intermitente é uma estratégia alimentar que ganhou popularidade por prometer perda de peso e longevidade.

Você sabe o que é jejum intermitente? Será que qualquer pessoa pode adotar essa prática? Fique neste blog para descobrir!

O jejum intermitente não deve ser adotado por quem possui gastrite, refluxo, pressão alta ou baixa

O jejum intermitente não deve ser adotado por quem possui gastrite, refluxo, pressão alta ou baixa

O que é jejum intermitente?

O jejum intermitente é uma estratégia alimentar que ganhou popularidade nos últimos anos por prometer benefícios associados à perda de peso e à longevidade.

A proposta consiste em ficar sem comer nada, apenas água ou chás durante longos períodos. Para algumas pessoas, o jejum pode variar entre oito, 12, 18 ou mais horas e, até mesmo, dias seguidos.

Qual é o objetivo?

A prática do jejum intermitente objetiva acelerar o metabolismo e fazer com que o corpo utilize as reservas de gordura como principal fonte de energia para a realização das atividades diárias, visando a diminuição da gordura.

Mas, atenção: nem sempre isso é o que acontece. Como toda dieta, o jejum intermitente deve ser feito com acompanhamento de um nutricionista para garantir a segurança do paciente, bem como os efeitos dessa estratégia.

É possível perder peso rapidamente com o jejum intermitente, mas a primeira consequência é o famoso “efeito sanfona”. Ou seja, ao retornar aos hábitos alimentares normais, a pessoa recupera todo o peso.

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O jejum intermitente é para todos?

Longos períodos sem se alimentar podem acarretar um quadro de hipoglicemia, que é a queda do nível de glicose no sangue. Por isso, o jejum intermitente não é indicado para gestantes e lactantes, assim como para crianças, adolescentes e idosos, assim como pacientes com diabetes tipo 1.

O protocolo também não deve ser seguido por pessoas imunocomprometidas, quem possui gastrite, refluxo e quem sofre de pressão alta ou baixa.

Quem faz jejum intermitente pode sentir dores de cabeça, tontura e dificuldade de concentração enquanto está no período de restrição alimentar — além de fome, claro.

É importante entender que nem todo mundo consegue se adaptar a este tipo de dieta e, principalmente, que ela não é indicada para todas as pessoas.

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Evite riscos à saúde

A ausência de nutrientes, a longo prazo, pode acarretar alterações sérias no organismo, como queda ou enfraquecimento do cabelo, constipação intestinal, osteoporose, anemia, desidratação, atividade mental comprometida, dificuldade de concentração, ansiedade e irritação.

O ideal é seguir uma dieta fracionada em pequenas porções, e a maneira mais segura é a reeducação alimentar com a ajuda de um nutricionista.

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